Cinema de Domingo: Tróia
Ola pessoal!...
Hj vou postar uma coisinha do filme que assisti ontem: TROIA.
Eu gostei do filme. Apesar de saber que ele estreiara em Cannes e era baseado em Ilíada ( de Homero ), o que dá alguma credibilidade, fiquei pensando se não haveria alguns clichês de filmes épicos ( tipo, o herói é um cara valentão e de bom coração, ou, aqueles diálogos falando de honra, conquista e bla bla bla, centenas de cenas de guerra)... Pois devo admitir que ultimamente estou com uma tendência a achar q um filme só pode ser bom se conseguir ser original. Mas não é bem assim. Certos filmes não tem como fugir de alguns padrões e esse é um exemplo... Então lá fui eu, num final de domingo, enfrentar uma puta fila prá ver qual era a desse filme. E, como eu disse, gostei. A começar pelo elenco masculino: Brad Pitt ( sem noção de bonito!!), Orlando Bloom ( O Legolas de SdA ), e muitos outros que valem a pena!! 
Os heróis e vilões não estão divididos entre gregos e troianos, existem homens bons e maus em ambos os povos. O que faz vc não conseguir torcer para um "time" só, apesar de no final não ter como não passar para o lado dos troianos. As locações são bonitas e as cenas de luta são legais. Além disso, não deixa de ser um pouco de cultura: eu não conhecia muito bem Ilíada, e, mesmo o filme não sendo uma adaptação da história, acho que agora não sou mais tão ignorante sobre esse assunto...
Enfim, se vc puder, assista, não será tempo perdido!!.......

Escrito por Carol às 20h28
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Cotas em Universidades Públicas - Segunada Parte
Aqui vai agora o meu comentário sobre o artigo " Nada como o Bom Senso".......
Ola Antonio! Meu nome é Carolina, tenho 18 anos e moro em Belo Horizonte. Estudei em escola particular, passei no vestibular da UFMG no ano passado e começarei a estudar em agosto ( Fisioterapia). Participo também da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE), uma organização da Igreja Católica ( ecumênica ), presente em todo o Brasil, cujo foco de ação são, não só as causas estudantis mais explícitas e urgentes, mas a formação integral e libertadora dos estudantes de Ensino Fundamental e Médio. Escrevo essa “ficha completa” para que o senhor entenda o meu interesse em seu artigo “ Nada como o Bom Senso” ( Folha Opinião, 09 de Maio de 2004), afinal , o tema Cotas em Universidades Públicas está diretamente ligado a mim como estudante e como participante da PJE. Fiquei consternada com a informação das diferenças de notas dos alunos que passaram no curso de Odontologia no Rio de Janeiro. Realmente a situação da educação no Brasil não é nada simples e merece atenção especial de todos. As iniciativas dos cursinhos populares já existem aqui em Belo Horizonte também, com resultados excelentes . E muitos dos alunos que passam em universidades particulares ( boas, como a PUC ) conseguem descontos para que possam estudar. Concordo que está é uma solução bem mais interessante do que as cotas ( pelo menos da atual maneira como estão sendo administradas). É notável que é preciso haver uma democratização da Universidade Pública, pois a maioria dos que ingressam nela são estudantes da rede particular . Porém não devemos esquecer que os cursinhos pré-vestibulares populares ainda não são uma solução radical ( no sentido de ir à raiz do problema).Radical seria se as escolas públicas formassem estudantes críticos, conscientes e bem preparados em termos de conteúdo. O que, infelizmente, ainda está bem longe de acontecer... Precisamos perceber a importância da luta pela educação pública de qualidade, que perpassa a questão do vestibular. Pois é formando pessoas bem instruídas , questionadoras, capazes de notar os problemas de nosso país e batalhar para solucioná-los que iremos construir uma nação mais digna. Então, mãos à obra! Obrigada, e um abraço dessa sonhadora ( e não menos esperançosa) estudante!
Escrito por Carol às 00h38
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Cotas em Universidades Públicas
Há uns dias atrás li um artigo na Folha de São Paulo, falando sobre as cotas nas universidades públicas. Achei interessante, apenas não concordei com uma coisa que o autor ( Antônio Ermínio de Moraes ) escreveu. Aí vai a reportagem. Depois posto o e-mail que mandei para ele ( comentando sobre o que não concordei).
ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES
Nada como o bom senso Não é novidade que os alunos desprotegidos têm mais dificuldade para entrar e permanecer nas boas universidades. Nestas, o vestibular é rigoroso e as exigências são elevadas, o que favorece a entrada e permanência de estudantes mais bem preparados em detrimento dos demais, sejam eles negros, pardos, residentes das periferias ou egressos de escolas públicas de nível médio. Nesses casos, os fatores de discriminação se juntam à precariedade de suas famílias e à má qualidade das escolas que freqüentaram, dando como resultado final a referida dificuldade para usufruir das boas faculdades. Isso é intolerável e exige mecanismos de compensação. A resposta mais apressada foi a criação de cotas. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, aprovou uma lei que reserva 50% das vagas nas universidades estaduais para egressos da rede pública de ensino médio. As universidades realizaram dois vestibulares: um tradicional e mais difícil, destinado aos alunos em geral, e outro inovador e mais fácil, para atender à cota. Os resultados foram desastrosos. Entre os candidatos ao curso de odontologia, por exemplo, a menor nota obtida no vestibular tradicional foi de 77,5 (em uma escala de zero a cem), enquanto o último aprovado no vestibular da cota teve nota 6,25! Ou seja, muitos alunos do primeiro grupo ficaram de fora apesar de estarem mais bem preparados. Um escândalo! O caso já chegou ao Supremo Tribunal Federal uma vez que a Carta Magna assegura igualdade de condições para acesso à educação. Está aí. Ao pretender proteger os desprotegidos, o sistema de cotas excluiu os bons e gerou uma imensidão de conflitos que só tendem a aumentar. O governo do Estado de São Paulo resolveu seguir um outro caminho. Em lugar de assegurar vagas para quem está mal preparado, a Secretaria da Educação criou cursinhos especiais para melhorar a sua preparação e a sua capacidade de concorrer nos vestibulares existentes. Trata-se de uma ação que foi à raiz do problema. Se a preparação foi fraca, vamos remediá-la e oferecer para esses alunos algo especial para compensar suas vulnerabilidades. Rapidamente, o secretário da Educação de São Paulo, professor Gabriel Chalita, organizou o programa Pró-Universitário, abrindo 5.000 vagas na zona leste da capital com apoio dos estudantes da USP (que serão os professores) e se prepara para abrir mais de 12 mil vagas em outras cidades do Estado com o apoio de estudantes da Unesp. Muitos argumentarão, com maldade, que essa é uma confissão de que a escola média do setor público é ineficiente. Ora, vamos deixar os sofismas de lado e apoiar as ações que podem resolver o problema. O aluno que tem dificuldade de entrar em boas universidades precisa ser ajudado. A melhor maneira é elevar o seu nível para competir. A iniciativa só merece aplauso. É prática, útil e não cria novas discriminações. Nada como o bom senso.
Escrito por Carol às 15h12
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- Primeira Mensagem -
Ola!
Hoje estou começando com o meu blog. Na verdade ja tentei milhoes de vezes fazer um bem legal, mas nunca deu certo ( sempre ficava sem postar). Porem a minha ociosidade esta me levando a fazer coisas que eu sempre deixei de fazer......
Outro motivo eh que eu realmente gosto de escrever, entao, vou tentar praticar essa minha preferencia no blog.
Eh isso! Espero que essa naum seja mais uma tentativa frustada.....
Escrito por Carol às 16h04
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